Indicação de Bolsonaro para o STF frustra apoiadores de raiz conservadora




 


O pastor Silas Malafaia foi portador da indignação que abateu os conservadores brasileiros com a  indicação pelo presidente Jair Bolsonaro do desembargador Kassio Nunes Marques para a vaga no STF deixada pela saída do decano Celso de Mello. 


Kassio Nunes é vice-presidente do TRF 1 (Tribunal Regional Federal da 1 Região) e não é considerado um homem da direita e nem "terrivelmente" evangélico como Bolsonaro havia prometido em ocasião anterior. 


A suspeita é que o presidente esteja abrindo espaço demais para o chamado Centrão e deixando de lado a independência dos homens e a dependência de Deus em decisões importantes para o futuro do país. 


E não foi apenas Malafaia a manifestar indignação coma escolha. O professor Olavo de Carvalho destilou sua conhecida ironia contra a indicação. 



O desembargador Kassio Marques chegou ao TRF1 com o apoio do governador do Piauí, Wellington Dias, do PT, durante o governo Dilma Rousseff, que também apoiou Marques. Entre algumas de suas decisões polêmicas, estão o voto contra a extradição do terrorista Cesare Batiste para a Itália. Kassio também "passou o pano" na licitação luxuosa do STF para a compra de lagostas e vinhos para os ministros. Para ingressar no STF, o indicado precisa ser aprovado no Senado. 

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